A pesquisa realizada na Universidade de São Paulo aponta que a dança como exercício diário, além de melhorar as habilidades do corpo e a socialização dos idosos, ajuda também a melhorar as atividades cerebrais. A proposta da dança é trabalhar a mobilidade, a coordenação motora e é claro, a memória dos idosos para envelhecerem de forma mais saudável, preservando a habilidade da memória muscular, principalmente, para aqueles que sofreram com alguma doença degenerativa como AVC e o Alzheimer. Além disso, por ser uma atividade aeróbica, muitas vezes também é uma recomendação médica com o intuito de amenizar sintomas de algumas doenças como: hipertensão, obesidade, osteoporose e depressão e também retardam as doenças que podem acometê-los. Mas o fator principal é o estímulo à sociabilidade e ao bem-estar emocional.
Pessoas que vivenciaram os grandes salões de danças têm em sua memória o registro do prazer que essa atividade proporciona ou proporcionou um dia. Os remete às recordações de experiências vividas, de fotos e discos antigos que registram uma época. Por isso a dança para os idosos está diretamente relacionada à memória, é uma experiência que eles já possuem com a dança que o motiva a continuar dançando, é um exercício diário para esta prática.
Matéria produzida pelo site Agemais
Projeto Aproveite
O Projeto Aproveite é um trabalho dos alunos do 7º semestre do Curso de Jornalismo da Universidade Nove de Julho e que tem como objetivo mostrar e incentivar as práticas de políticas públicas de inclusão que dão certo.
O nosso foco nesse trabalho foi na inclusão das pessoas da terceira idade.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
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